Bem-Estar

Aplicativo do Ministério da Saúde ajuda na prevenção de doenças

Ferramenta do Ministério da Saúde lembra quando se deve tomar a próxima vacina

Texto: Gabriel Silva e Sérgio Augustin

O Ministério da Saúde possui um aplicativo que gerencia as cadernetas de vacinação, enviando lembretes de campanhas e das próximas doses. É o “Vacinação em Dia”, disponível no Google Play. O uso desta tecnologia é um importante aliado no incentivo a vacinação. As pessoas têm receio de tomar as injeções obrigatórias, ou as esquecem.

Reflexo disso, Santa Catarina quase alcançou a meta de vacinação estipulada pelo Ministério da Saúde este ano – 90% da população prioritária se vacinou na Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. Com a chegada do inverno, quando as baixas temperaturas são registradas, as vacinas ganham destaque. O Estado vacinou mais de 89% do público-alvo.

Foto: Ricardo Gonçalves

A pessoa que não se vacina coloca não só a própria saúde em risco, mas também das pessoas a sua volta, além de contribuir para o aumento da proliferação de vírus. Doenças como coqueluche, sarampo, poliomielite e rubéola, que matavam milhares todos os anos, tiveram uma queda drástica de incidência graças à vacinação.

Embora sejam doenças controladas, elas podem se tornar uma epidemia caso as pessoas parem de se vacinar, como salienta o médico infectologista Pablo Sebastian Velho. “A gente precisa se preocupar sim com a vacinação porque o prejuízo trazido por essas doenças é imenso”, enfatiza. O Ministério da Saúde possui um calendário de vacinação específico para recém-nascidos e crianças, pré-adolescentes e adolescentes, adultos, idosos e gestantes.

De acordo com a OMS – a Organização Mundial da Saúde, estima-se que a Influenza acomete de 5 a 10% dos adultos e de 20 a 30% das crianças, causando de 3 a 5 milhões de casos graves e mais de 250 mil mortes todo ano, no mundo.

Foto: Thiago Julio

O que são as vacinas?

Vacinas são substâncias preparadas à base de proteínas, toxinas, partes de bactérias ou vírus – ou mesmo vírus e bactérias inteiros enfraquecidos ou mortos, mas que agem diretamente no sistema imunológico. O médico infectologista Pablo Sebastian Velho frisa que a principal função das vacinas é interromper as formas mais graves das doenças. “Não é porque a pessoa está vacinada contra a Influenza, por exemplo, que não vai apresentar nenhum quadro de resfriado ou nenhuma doença respiratória por um período de um ano”, destaca.

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