Tecnologia

Esconde–esconde virtual, fique atento na hora de jogar

A entrar no universo online, o usuário deixa rastros de imagens, dados e informações que deveriam ser comerciais. Todo cuidado é pouco na hora de lidar com privacidade na internet.

A entrar no universo online, o usuário deixa rastros de imagens, dados e informações que deveriam ser comerciais. Todo cuidado é pouco na hora de lidar com privacidade na internet. 

Texto: Daniel Schiavoni e Elizabeth Figueredo

Edição: Maria Zucco

O jogo tão aguardado, Pokémon GO, desenvolvido pela Niantic, gera rumores entre internautas sobre suas falhas de segurança. Recentemente, o site The Intercept publicou um texto sobre o CEO da empresa, que não possui bom histórico quando se fala em privacidade na internet. De acordo com o site, John Hanke – presidente da Niantic – esteve envolvido em um dos maiores escândalos sobre privacidade na internet: a coleta de dados sigilosos dos usuários durante a captura de imagens para o serviço Google Maps. Até agora não foram comprovados vazamentos de dados de usuários pela Niantic, mas os internautas mais preocupados com seus dados já estão de olho e tomando precauções.

Os braços das empresas de tecnologia não se estendem somente através de jogos online. Serviços de mapeamento, acesso remoto a webcams, apps para troca de mensagens e compras via web também vêm gerando problemas para usuários desatentos. Informações importantes, fotos íntimas e dados bancários, todos esses códigos circulam pela rede prontos para criar grandes problemas com alguns simples cliques.

Tamara Reinert, produtora audiovisual, foi uma dessas vítimas. No mês passado, ao receber uma ligação do gerente de seu banco, teve uma surpresa. Por meio do Internet Banking, aplicativo bancário pelo qual sempre realiza pagamentos, hackearam seus dados. Os criminosos efetivaram 15 transações em sua conta e ainda colocaram crédito no celular. “Naquele dia eu só fiz um saque à tarde, e depois não entrei mais para verificar a conta”. O banco logo lhe estornou o dinheiro, e Tamara não teve maiores problemas.

A acadêmica de Administração Lara Rebolini utiliza as redes sociais e redes públicas em seu cotidiano. Também realiza check-ins por onde passa. Como a maioria dos jovens na faixa dos 20 anos, não se preocupa com muitas informações. “Tenho, não posto nada indecente ou que contenha informação importante, como documentos”, garante.

Confira algumas dicas para não se tornar a próxima vítima do vazamento de dados:

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