Esportes

Trekking ganha cada vez mais adeptos – refúgios a 30 minutos

O trekking ou caminhada pela região do Vale do Itajaí é uma atividade em acensão. Praticantes procuram dicas profissionais e grupos on-line para se aperfeiçoarem no esporte.

O trekking ou caminhada pela região do Vale do Itajaí  é uma atividade em acensão. Praticantes procuram dicas profissionais e grupos on-line para se aperfeiçoarem no esporte

Texto: Daniel Schiavoni e Elizabeth Figueredo
Edição: Maria Zucco

Para todos os perfis, níveis de disposição e preparações físicas. A caminhada, mais conhecida como Trekking, está atraindo adeptos de muitas regiões que buscam o contato com a natureza e o refúgio da movimentação das cidades.

O encontro de pessoas para ir em busca da lama inicia normalmente na internet. Vários grupos são abertos a interessados a qualquer momento. Um deles é o Floripa trekking, organizado pelo advogado Sinval Junior, que se encontra em um Trekking na Europa. O grupo é bem receptivo e motiva todos a iniciarem a prática da caminhada.

Outra maneira, sem ser os grupos, são as associações, como a Assepavi. Ela cobra uma taxa pequena, mas passa todo o conhecimento sobre a trilha e guia, além de possuir um calendário mensal com atividades de ecoturismo no Parque Nacional da Serra do Itajaí e imediações, para você se programar.

Arthur de Maria (21) serviu o exército, mas a paixão por caminhadas não passou e agora está percorrendo trilhas por Santa Catarina. Entre elas, estão a Trilha Costeira de Zimbros, a Trilha do Parque Municipal Morro do Macaco e a Trilha da Tainha, em Bombinhas, além da Serra do Tabuleiro, na capital catarinense.

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O ex-militar na serra do tabuleiro, em Florianópolis. (Foto: acervo pessoal)


Humberto Maffezzolli (21) é acadêmico do curso de Relações Internacionais e empresário, pratica Trekking há menos de um ano, mas já percorreu em torno de 7 trilhas. A maioria nacional, duas onde reside, em Guabiruba, o morro do Gueba e a Mordida do Gigante, e a Trilha do Cotovelo, em Aparados da Serra, no Rio Grande do Sul, e Salkantay, no Peru.

Para chegar em algumas belezas únicas, é necessário se superar. “Me sinto livre,  feliz, todo o cansaço vale a pena quando tu chega no topo e vê toda a paisagem linda, intacta”, relata Arthur. Dificuldades podem surgir, pois normalmente os terrenos são difíceis e o acesso é somente a pé. Por isso, equipamentos são indispensáveis para aproveitar com segurança as belas paisagens.

Para os iniciantes, é importante ir com um guia para pegar a prática. Arthur, mesmo com experiência e resistência física, fez um percurso com guia. “Sozinho você não fala com ninguém, tem que se auto motivar e é perigoso, para ir sozinho tem que ter mais experiência. Já com mais pessoas, elas te motivam dizendo que irá conseguir, e há cooperativismo, todos se ajudam”, complementa.

Mais reservado, Humberto prefere realizar a caminhada ao lado de amigos mais conhecidos, pois já possuem o mesmo ritmo. “Fica complicado quando nos planejamos para chegar em um horário específico para acampar, e se temos alguém com ritmo mais lento fica perigoso pegar chuva, ou se anoitece e ainda estamos no meio da trilha”.

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Estar em meio a natureza, ter sossego e explorar algo novo motivam Humberto. (Foto: Maria Zucco)

 

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