Opinião

Saudade Azul e Branco em Tijucas

Quase sete décadas da fundação do Tiradentes

Quase sete décadas da fundação do Tiradentes

Texto: Bárbara Porto
Fotos: Bárbara Porto e Arquivo Pessoal

A separação por vínculo político, em Tijucas, teve períodos de muita intensidade. Nem o lazer escapava da polarização. Pela década de 1940, existiam dois principais clubes de festas com estádio de futebol. E eles eram ligados a siglas partidárias – o 4 de Maio, dirigido por integrantes da UDN (União Democrática Nacional), e o Aliança, ligado ao PSD (Partido Social Democrático). Para entrar em um destes clubes, era preciso ter ligação política com os respectivos partidos. E foi para integrar membros das duas agremiações que João Bayer resolveu criar um novo clube, fundado em 21 de abril de 1947, levando o nome do herói nacional celebrado na data: Tiradentes

11096408_382255758647637_5345237739026613038_o
Time da década de 1970

No começo o Tiradentes não passava de um campo aberto com marcações no gramado e duas traves. Para arrecadar dinheiro e conseguir ir, aos poucos, construindo muros, arquibancada, vestiários, bom gramado e outras melhorias no estádio, a diretoria fazia rifas e cobrava as entradas. Como o espaço era aberto, ficava difícil ter controle de quem pagava. Então se distribuíam alfinetes com fitas azuis e brancas para os pagantes colocarem em suas roupas. Aos poucos, a estrutura foi tomando forma, até chegar nos dias de hoje, 69 anos depois.

O Tiradentes chegou a ter time atuante no cenário do futebol amador da região, onde colecionou títulos. Em 1985, foi campeão da antiga Liga de Brusque e conquistou o direito de disputar a segunda divisão do Campeonato Catarinense de Futebol. Seguiu este caminho que, na avaliação de muitos, foi o motivo de, anos depois, ter ido à falência. Em 2004, a equipe encerrou todas as atividades. Dívidas geradas pelas ações trabalhistas de ex-funcionários e altas despesas do clube – seja com o pagamento de jogadores, materiais esportivos ou manutenção do estádio – impediram que a equipe continuasse a jornada pelos gramados.

De 2004 a 2009, para manter o espaço funcionando, o estádio foi alugado por uma empresa de São Paulo que realizava testes com jogadores da região e de fora. Mas as instalações acabaram sendo desprezadas. O abandono tomou conta. Há sete anos, parte da dívida foi paga e, para que o patrimônio se mantivesse em atividade, foi dado à Associação AV13 Esporte Clube uma concessão de uso e administração do Sebastião Vieira Peixoto. Desde então, o azul do Tiradentes deu lugar ao laranja do AV13.

TIRA 03
Antes e depois da Associação AV 13 assumir o Tiradentes, em 2009

IMG_4112
O azul ainda prevalece no Estádio Sebastião Vieira Peixoto

 TIRADENTES EM CORES

Quinta-feira. Primeiro de maio de 1975. O dia amanheceu bonito. Embora o sol brilhasse forte em um céu com poucas nuvens, o clima era agradável, típico de uma tarde de outono. Enquanto as famílias aproveitavam o feriado do Dia do Trabalho para descansar, os meninos de Tijucas vestiam o uniforme azul e pegavam a estrada. O destino era a capital catarinense. Foram para mais um amistoso, mas mal sabiam eles que voltariam como protagonistas de um acontecimento histórico. Participaram do primeiro jogo a ser transmitido em cores pela TV, em Santa Catarina.

“O jogo estava marcado para começar às 14h, no antigo estádio do Figueirense. O Tiradentes ia fazer, contra o time B da casa, as preliminares do jogo principal: Avaí contra Figueirense”, lembra Walmor Telles, presidente do clube, na época.  Um clássico que, mesmo não valendo pontos, por se tratar de um amistoso, não diminuiria a rivalidade. Naquele ano se desenrolava a 50ª edição do Campeonato Catarinense de Futebol.

Seguindo as novidades e avanços tecnológicos na área de aparelhagem, a TV Cultura, de Blumenau, foi a pioneira na transmissão de TV em cores em Santa Catarina e escolheu aquele jogo, em que participava o Tiradentes, para ser a primeira transmissão colorida de uma partida de futebol no estado. Walmor Telles conta que a intenção deles foi fazer um teste para, então, gravar o clássico de Avaí e Figueirense. E faltando 15 minutos para o fim do segundo tempo, foi colocado no ar imagens do jogo do Tiradentes.

Sobre a repercussão do ocorrido, Walmor lembra que, em Tijucas, no bar do seu Batuel, um dos poucos lugares com televisão colorida na cidade, houve alvoroço. Entre chuviscos e imagens coloridas, os pontos escuros se transformavam e revelavam o verde do gramado, o branco da trave, as cores da arquibancada. No entanto, o que se destacava aos olhos dos tijucanos era o azulão do Tiradentes. O jogo terminou empatado em 1 a 1. Um placar comum, mas de uma partida que ficou para a história.

Bar Tuel
O Bar Tuel, no centro da cidade, era popular em Tijucas

LEMBRANÇAS DE UM IRMÃO

IMG_4091
Para que o estádio do Tiradentes não desaparecesse muitas pessoas se envolveram na causa

Logo de cara já percebo que Sebastião Vieira Peixoto, o Toninho do Posto, como é conhecido, gosta de conversar. As histórias que conta de Tijucas se misturam com a sua própria história de vida. Inevitável dizer, então, que assim são com as lembranças relacionadas ao Tiradentes, um pedacinho vivo em vários momentos de seus 67 anos de idade. As mais antigas memórias relacionadas ao azulão são de quando tinha dez anos. O menino, que não era muito fã de futebol, ia ao estádio do Tiradentes por causa do pai, que não perdia um jogo. “Eu não deixava meu pai quieto, ficava o tempo todo pedindo um amendoim, pipoca, cocada e pinhão. Para conseguir assistir o jogo ele me dava. Eu só ia pela comida”, conta, entre gargalhadas.

Para a criança qualquer pequeno detalhe chama a atenção. “Eu adorava o placar, sabe como ele era?”. Levanta da sua cadeira e começa a desenhar um painel grande no ar, pouco maior que um metro. “Mais ou menos desse tamanho, sempre ficava de frente para arquibancada, do outro lado do campo. Era dividida ao meio, do lado esquerdo indicava a pontuação do Tiradentes e do direito a do time visitante. Em pé, ao lado do placar ficava um garoto, conforme o time ia fazendo gol ele tirava uma placa e colocava outra com o número correspondente aos pontos”. A placa, Toninho lembra até hoje, era patrocinada pela Telhas Aranhas, conhecida na produção do material na região.

Toninho teve quatro irmãos, Virgílio, Evaldo e Sebastião, este último é Sebastião Vieira Peixoto, o Tatão, que, desde sua morte, em 1997, dá nome ao estádio que um dia brilhou o time de uniforme azul. Diferente do irmão caçula, Tatão era um apaixonado pelo esporte, principalmente o futebol. Jogou muitos anos como goleiro pelo time. Foi diversas vezes presidente do Tiradentes, e se mantinha presente na diretoria nos outros anos. “Ele não só gostava, era doente pero Tiradentes. Acompanhava os jogos dentro e fora de casa. Ficava irritado quando perdia, tinhas que ver”, lembra o irmão. O maior rival do time, na época, era a USATI, de São João Batista. Toninho conta que nos dias em que o azulão ia jogar contra a eles, Tatão ficava ansioso e parecia que já ia para o jogo buscando briga.

Toninho também lembra dos momentos conturbados do estádio. Na época a Associação Tiradentes ficou endividada e uma das soluções apontadas pela diretoria era a venda do terreno para quitar as dívidas. Toninho se juntou com mais alguns defensores do Tiradentes e foram em cima da diretoria e prefeitura, fazer pressão para que ele não fosse vendido.  “Antigamente os jogadores entravam em campo por amor a camisa. Com o tempo e a entrada do Tiradentes no Catarinense ficou difícil manter as contas. Tinha-se que pagar os jogadores, e a bola de neve foi crescendo”, desabafa. Ele diz que fez o que fez pelo irmão, não podia deixar algo que ele tanto gostava se acabar daquele jeito.

IMG_4089[1]
Placa em homenagem à Tatão, na entrada do Estádio Sebastião Vieira Peixoto (antigo Tiradentes)

O SABOR DO PASSADO

Abre o portão e pede para que eu não repare a “bagunça”. Caminha em direção à sala e pega uma sacola, com dezenas de fotografias soltas em meio a convites, lembranças de aniversário e cartões. Vendo as fotos, Solange, hoje com 69 anos, recorda as lembranças que nem sabia que ainda existiam em sua memória. Ri das roupas antigas, carinhosamente fala sobre os que não estão mais aqui, como seu companheiro Paulo, e volta e meia tira sarro do lugar que trabalhou por 16 anos, diz que ele era muito feio. Muito mesmo. Mas não fala isso em tom de reclamação, afinal, volta e meia também chama o restaurante de casa. E esse é o sentimento que reflete em suas palavras, de estar entre família. Este laço, nem ela mesma sabe explicar. Como enfatiza: “nem eu nem meu marido gostávamos de futebol, mas pelo Tiradentes sentíamos amor, e dos grandes”.

AQUI 03
Durantes um tempo o restaurante abria de segunda à segunda, todos os períodos do dia

Há 31 anos atrás, em fevereiro de 1985, Solange Bértemes voltava para Tijucas, sua terra natal. Com ela vieram esposo e filhas. Para recomeçar o lugar escolhido, ou que a escolheu, foi o Tiradentes. Ali havia um espeço parado há algum tempo. Teve a ideia de montar um restaurante. Por fora, troncos alinhados sobre uma base de tijolos formam as paredes, janelas grandes e quadradas arejam e iluminam o ambiente, o telhado é antigo e sujo. Dentro, as mesas de madeira ficavam bem próximas uma das outras, cobertas por uma toalha xadrez e com muitas garrafas de vidro da Coca-Cola. Este era o Restaurante Tiradentes.

Ali era servido café da manhã, almoço e janta. Depois de alguns anos passou a ser só almoço. Trabalhavam de segunda a segunda. Aos finais de semana realizavam festas de aniversário, formaturas, batizados, casamentos, mas a verdade é que ela e o marido Paulo, adoravam os dia de jogos do Tiradentes. A movimentação no restaurante já acontecia um dia antes, na concentração. Os jogadores chegavam de noite e jantavam ali. Dormiam no estádio, de baixo das arquibancadas, onde ficavam os dormitórios. Tudo para que não saíssem, bebessem ou dormissem muito tarde na noite que antecedia o jogo. Na manhã seguinte tomavam café.

AQUI 04
No lugar eram organizados vários eventos

“Eles se sentiam em casa. E eu gostava. Comprava um saco de pão na manhã dos jogos e quando via não tinha mais nenhum. Fazia muitas jarras de café. É bom sabe, esse ambiente com jovens que nos respeitavam. Fizemos amigos verdadeiros e para vida toda”.

Não era só os tijucanos que saiam de suas casas para comer a comida, não menos caseira, de Solange. Com verdadeira modéstia ela conta que pessoas de outras cidades vinham conhecer sua feijoada. Até gente importante: “Eu recebia muito o seu Esperidião Amin, ele pousava o helicóptero no campo e tudo. Os primos dele, Jorge e Sérgio Amin. O Luiz Henrique também ia muito. Eles comiam, jogavam baralho e dominó”, conta. Nas tardes de sol Solange diz que era comum colocarem mesas na frente do campo, debaixo de uma grande árvore, que hoje não existe mais, e jogarem dominó, cartas ou tomarem uma cerveja, uma soda ou um suco.

AQUI 06
Quem chegava no Restaurante do Tiradentes se sentia em casa

Trazendo as lembranças para os dias de hoje, Solange faz comparações. Lembra- se de como a comunidade participava dos jogos e lotava o estádio. Crianças, jovens adultos e idosos. A cidade de Tijucas parava para ver o Tiradentes em campo, geralmente aos domingos. “A arquibancada era grande. Quando era treino já tinha bastante gente, tu imagina em dia de jogo, aquilo enchia. Era lindo”, relata. Também recorda-se das brigas, e, entre risadas, diz que era difícil o jogo que não tinha, e que ela até gostava.

Essa história ficou para trás no ano de 2001, quando o Restaurante Tiradentes fechou suas portas. A estrutura velha exigia reparos, lembra Solange: “A casa pertencia a Associação Tiradentes Esporte Clube, alguns queriam arrumar outros não, e eu não tinha condições de bancar os custos da reforma. Então eu saí de lá. Eles destruíram o restaurante e trouxeram o campo mais para frente”, lembra. Depois continuou fazendo comida, hoje faz empadas, esfirra e outros assados para vender. Afinal, as delícias da Solange do Tiradentes, essas não ficaram no passado, nem poderiam, seria um pecado.

BONS VIZINHOS

13052631_1025130114228948_1653749611_o
Há menos de 50 metros da casa de Vanda fica o Tiradentes

Na rua Florianópolis, quase de frente para o estádio, mora a professora aposentada Vanda Krunscinski Souza, 83 anos, viúva do conhecido Zé João, um apaixonado pelo futebol. Nascida e criada em Tijucas, tem os costumes e jeitos de quem nasce na terrinha. Logo quando chego já quer saber de quem sou filha. Com ela estão dois de seus sete filhos, João Batista Souza e Evandro Souza, todos reunidos para conversar não só sobre o Tiradentes, mas sobre José João Souza, esposo e pai lembrado com carinho.

Zé João, como era conhecido, nasceu em 28 de outubro de 1931, em Itapema, e ainda pequeno veio para Tijucas. Trabalhou a vida toda como telegrafista. No município sempre foi personagem atuante na comunidade. Presente nas realizações da igreja e interessado pelas questões sociais envolvendo a população carente.  Com orgulho os filhos falam do prazer que o pai tinha em ajudar as pessoas.

– Ele gostava de ficar à frente das situações. Com colaborações e sempre correndo atrás de ajuda conseguiu construir mais de 60 casas para pessoas carentes no município, conta o filho, Batista.

13054903_1025128114229148_1989220428_o
Vanda (de vermelho) e Zé João nas bodas de 50 anos do casal

Dentre estes e outros feitos para o município, há mais um destaque para Zé João: o futebol amador. Um apaixonado declarado pelo esporte, começou muito cedo a se envolver dos movimentos esportivos em Tijucas. Do Tiradentes fez parte da primeira diretoria, com apenas 16 anos de idade. “Eu me lembro como se fosse ontem. Meu pai não podia assinar o documento de fundação do Tiradentes, então quem assinou em nome dele foi seu padrinho, José Cherem”, recorda Batista.

Todos os quatro filhos homens de Zé João, assim como o pai, já foram envolvidos de alguma maneira com o Tiradentes. Evandro e Flávio jogaram no time, João Batista, além de jogador foi técnico durante um pequeno período, e Edson era presidente da Mancha Azul, torcida organizada do azulão.  Algo inevitável, explica Vanda: “O pai deles amava aquilo lá, qualquer tempo livre ele atravessava a rua e ia para o Tiradentes. Meus filhos cresceram vendo essa dedicação”.

Tira 04
Da esquerda para direita o último é Zé João, com a televisão colorida para sorteio

No esporte, Evandro, um dos filhos mais velhos de Zé, chegou a jogar no profissional do Tiradentes e também tentou a carreira no Grêmio, em Porto Alegre, mas ficou pouco tempo. “Na época eu participava do juniores do time, mas a mãe quis que eu voltasse para casa e terminasse de estudar”, explica Evandro. Ele também lembra dos jogadores importantes que passaram pelo Tiradentes e despontaram no cenário estadual e nacional: “Beto Fuscão, Beto Santana, Borba goleiro do Avaí, Washington do Figueirense, Celinho do Avaí são alguns dos nomes que eu lembro”.

13036421_1025129437562349_531117760_o
Uma partida especial para Evandro foi a final da segunda divisão do Catarinense, em 1989

Em 1996, com 65 anos, Zé João se aposentou dos campos. Hoje restam mais do que fotografias, Zé ganhou a homenagem por uma vida inteira dedicada ao futebol amador de Tijucas. A nova arquibancada do Estádio Sebastião Vieira Peixoto leva o seu nome. A oficialização foi feita no dia 19 de junho de 2010, pelo AV 13 E.C. em conjunto com o Conselho Deliberativo do Tiradentes E.C. Uma singela homenagem a um vizinho querido.

PAIXÃO DE PAI PARA FILHO

13062727_1025127954229164_25963408_o
No campo do Tiradentes, hoje administrado pelo AV 13, pai e filho recordam sobre o passado

A coleção de memórias do Tiradentes passou por várias gerações de tijucanos. Cada memória é guardada de forma diferente – para uns, com alegria; para outros, carregada de saudade. Há casos, ainda, que pai e filho tiveram a chance de jogar pelos gramados com a camisa do azulão. Um deles, abre sua pasta preta e de lá tira algumas páginas de jornal já amareladas pela passagem do tempo. Nelas, imagens e textos revelam um pouco da história da qual, com orgulho, ele fez parte e gosta de contar.

“Éramos muito jovens. A gente pegava o ônibus do Tiradentes e íamos para lugares muito distantes. Uma noite inteira de viagem. E aí quando chegava na cidade do jogo, só dava tempo de tomar café e ir para o campo. Na volta para casa, chegávamos segunda-feira de madrugada e pela manhã já tinha que ir trabalhar”, lembra Osmar Gripa, o Lula, hoje com 56 anos. Ele tinha 14 quando entrou para o juvenil do Tiradentes, em 1974. Chegou a jogar no profissional e depois de 12 anos de clube se despediu.

Dois anos depois que deixou o Tiradentes, Lula virou pai. E o filho seguiu passos parecidos com o dele. Quando tinha 16 anos, Ruy Gripa vestiu o mesmo uniforme que Lula vestira no passado. Jogou pelo time nos anos de 2003 e 2004, no juvenil, que participava do Campeonato Catarinense de Futebol. Do mesmo jeito que aconteceu com o pai, Ruy viajou para várias cidades do estado. Ele fazia parte da equipe no ano dos últimos suspiros do Tiradentes.

Tira 01
Equipe do Tiradentes que disputou a Mini Copa de 1974. Da esquerda para a direita o quarto menino agachado é Lula, com 14 anos

Hoje, pai e filho têm o privilégio de dizer que participaram, em fases diferentes, da história de um clube que tanto alegrou o povo de Tijucas. A equipe do Tiradentes se foi, mas Lula e Ruy continuam pelos gramados do estádio. O pai faz parte da diretoria do AV13, enquanto o filho veste a camisa 5 do clube, que disputa a série A do Campeonato Municipal de Futebol Amador da cidade. Engavetaram as lembranças dos tempos do Tiradentes, mas seguem colecionando novas histórias no esporte que amam. A bola não pode parar de rolar.

13072103_1025127577562535_1418127336_o
Ruy sempre foi incentivado pelo pai a jogar futebol

um comentário

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s